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CRH cria fórmula para prever resultado da estimulação ovariana

Ovário estimulado (foto de ultrasson)
Ovário estimulado (foto de ultrasson)

A estimulação ovariana é o passo inicial para o sucesso de um procedimento de fertilização in vitro (FIV). Se bem conduzida, pode propiciar a coleta de óvulos maduros e de boa qualidade para a fertilização pelos espermatozóides. Se mal conduzida, pode comprometer a chance de gravidez e até causar riscos desnecessários à paciente. Foi pensando nisso que a equipe do CRH Prof. Franco Junior criou o ORPI (Ovarian Response Prediction Index), novo método de previsão da resposta à estimulação ovariana em mulheres submetidas à tratamentos de reprodução assistida, publicado no periódico internacional Reproductive Biology and Endocrinology.

"Uma das principais vantagens do ORPI é que ele oferece aos médicos a oportunidade de individualizar a estimulação ovariana, determinando medicamentos, doses e esquemas de acordo com as necessidades reais de cada paciente", diz José Gonçalves Franco Junior, diretor científico do CRH.

Para ele, a identificação de pacientes com potencial para desenvolver uma boa resposta ovariana, ou mesmo uma resposta inadequada ao estímulo ovariano, é de grande auxílio clínico para os tratamentos de reprodução assistida. "A avaliação da reserva ovariana está relacionada ao potencial reprodutivo da mulher, podendo demonstrar o número de folículos ovarianos, a qualidade dos óvulos, e uma ideia do provável resultado da fertilização".

A fórmula do ORPI basea-se na dosagem do Hormônio Anti-Mülleriano, na contagem de folículos antrais e a idade da paciente (ORPI = (AMH x AFC) / idade.

Leia o artigo "A new ovarian response prediction index (ORPI): implications for individualised controlled ovarian stimulation” na íntegra nesse link

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